
A rotina diária de um restaurante está cada vez mais complicada. Nenhum negócio é simples de ser administrado, no entanto restaurantes são, devido a suas particularidades, mais complexos ainda.
Não bastasse os problemas com brigada, compras, entregas, segurança alimentar, normas específicas e demais, estamos enfrentando problemas cada vez mais complexos. Um grupo de donos de restaurante em shopping centers, que participam de diversas conversas sobre administração, estão cada vez mais preocupados com os limites de atuação da administração desses empreendimentos na rotina diária dos restaurantes. Os shoppings hoje controlam diversas etapas da rotina de um restaurante, seja ele a la carte ou fast-food em praça de alimentação. O shopping determina horário de entrega de mercadorias, tamanho de caminhão, van ou qualquer outro veículo de entrega que pode acessar o setor de carga e descarga (nesse sentido há ainda normas limitadoras de autoria do poder público municipal PMSP), horário de circulação de mercadorias, horário de entrada de funcionários, condições de equipamentos, instalações físicas, uniformização de brigada e até determina quando e o que deve ser reformado em seu restaurante. Todos esses abusos estão sob guarida de um documento absurdo, unilateral de emissão da própria administração dos empreendimentos e que, pasmem, pode ser modificado a qualquer momento, sem o consentimento do lojista dono de restaurante.
Enquanto não houver uma mobilização séria e compromissada dos empresários donos de restaurantes de toda espécie, mobilização essa que conte com a participação do Sindicato (SINHORES), e que esse sindicato levante a bandeira de união para que se enfrente esse problema de todas as formas possiveis, não existirão donos de restaurantes em shopping, existirá apenas sócios operadores do negócio, cheffs executivos de restaurantes em que o verdadeiro dono é a administradora do shopping.
Não bastasse os problemas com brigada, compras, entregas, segurança alimentar, normas específicas e demais, estamos enfrentando problemas cada vez mais complexos. Um grupo de donos de restaurante em shopping centers, que participam de diversas conversas sobre administração, estão cada vez mais preocupados com os limites de atuação da administração desses empreendimentos na rotina diária dos restaurantes. Os shoppings hoje controlam diversas etapas da rotina de um restaurante, seja ele a la carte ou fast-food em praça de alimentação. O shopping determina horário de entrega de mercadorias, tamanho de caminhão, van ou qualquer outro veículo de entrega que pode acessar o setor de carga e descarga (nesse sentido há ainda normas limitadoras de autoria do poder público municipal PMSP), horário de circulação de mercadorias, horário de entrada de funcionários, condições de equipamentos, instalações físicas, uniformização de brigada e até determina quando e o que deve ser reformado em seu restaurante. Todos esses abusos estão sob guarida de um documento absurdo, unilateral de emissão da própria administração dos empreendimentos e que, pasmem, pode ser modificado a qualquer momento, sem o consentimento do lojista dono de restaurante.
Enquanto não houver uma mobilização séria e compromissada dos empresários donos de restaurantes de toda espécie, mobilização essa que conte com a participação do Sindicato (SINHORES), e que esse sindicato levante a bandeira de união para que se enfrente esse problema de todas as formas possiveis, não existirão donos de restaurantes em shopping, existirá apenas sócios operadores do negócio, cheffs executivos de restaurantes em que o verdadeiro dono é a administradora do shopping.
Nenhum comentário:
Postar um comentário